sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O homem que mais ganhou dinheiro em 2013, completa 83 anos: Warren Buffett

Warren Buffett, o homem que mais ganhou dinheiro em 2013, completa 83 anos
 
Atualizado: 30/08/2013 08:43 | Por InfoMoney, InfoMoney
 
Warren Buffett, o homem que mais ganhou dinheiro em 2013, completa 83 anos.
 
Conhecido também como "Oráculo de Omaha", o maior investidor de todos os tempos construiu sua fortuna estimada em US$ 57,3 bi "comprando príncipes pelo preço de sapos".
 
 
SÃO PAULO - O maior investidor de todos os tempos comemora aniversário nesta sexta-feira (30). Warren Buffett, conhecido também como o 'Oráculo de Omaha', construiu sua fortuna 'comprando príncipes pelo preço de sapos', como ele mesmo gosta de dizer. Aos 83 anos, o megainvestidor figura na terceira posição do ranking da Bloomberg dos maiores bilionários do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 57,3 bilhões, e o que mais ganhou dinheiro em 2013, ou US$ 9,5 bilhões.
 
O sucesso nos investimentos tornou Buffett em uma unanimidade. Por qualquer métrica, ele é um dos maiores financistas do mundo - tanto em tamanho quanto em rentabilidade. Por meio de sua filosofia de investimentos baseada em comprar ações que estão negociadas abaixo do valor intrínseco, Buffett transformou a Bershire Hathaway - que no começou dos anos de 1960 era uma empresa têxtil - em uma holding de investimentos que atualmente possui um valor de mercado de mais de US$ 250 bilhões.
 
Na prática, um investidor que tivesse colocado US$ 100 no índice S&P 500 - principal indicador do mercado dos Estados Unidos -, em 1965, teria US$ 7.533 no fim de 2012. Se tivesse investido os mesmos US$ 100 nas ações da empresa de Buffett, esse investidor teria US$ 586.917, ou 7691% a mais.
 
Como tudo começou...
A história de Buffett começou bem cedo. Ele fez seu primeiro investimento aos 11 anos - três ações da Cities Services a US$ 38,25 por ação. Dessa primeira aplicação, aprendeu três lições valiosas, que mostraram ser influentes por toda sua carreira: primeiro, não entre em pânico se os preços caírem (as ações da Cities Services caíram para US$ 27), segundo, não venda para ter um lucro de curto prazo (a Cities Services subiu até US$ 40, quando Buffett vendeu, mas ela chegou mais tarde a US$ 202 por ação); e a terceira, ter responsabilidade ao investir.
 
Ainda durante a escola, Buffett buscou meios para que acumulasse uma soma de dinheiro considerável, que seria a base de seu primeiro fundo de investimentos. Ele trabalhava meio período como entregador de jornais, montando cinco rotas de entregas simultâneas, começando sua conexão com The Washington Post (que chegou a ter anos depois participação de 18,2% no capital da empresa); comprou pacotes de Coca-Cola e as vendia individualmente com lucro; coletava e reciclava bolas de golfe; publicava uma folha com dicas sobre corridas de cavalo; comprou uma máquina de fliperama recondicionada por US$ 25, acrescentou mais seis máquinas e as colocou em barbearias, ganhando US$ 50 por semana; comprou um Rolls Royce 1934 e o alugava por US$ 35 por dia; também comprou 40 acres de terras em Nebraska e alugava para um fazendeiro. Buffett inventou todos esses esquemas para gerar dinheiro até os 14 anos de idade.
 
Do ensino médio, aos 17 anos, ele entrou para a Wharton School of Finance (Universidade da Pensilvânia), mas depois de dois anos descobriu, como muitos outros investidores, que as teorias financeiras tinham pouca importância no mundo dos negócios, e acabou transferindo-se para a Universidade de Nebraska para concluir sua graduação.
 
Com o bacharelado em economia, tentou ingressar em Harvard, mas foi rejeitado - o que foi um choque para seu ego. Embora tenha sido afortunado mesmo sem perceber na hora porque posteriormente entrou na Columbia Graduate Business School, onde conheceu e estudou com Benjamin Graham - único estudante a quem Graham já deu um A+. Ele deixou Columbia com um mestrado em Economia e uma valiosa compreensão dos princípios centrais de Graham: valor intrínseco e margem de segurança, ou o chamado 'value investing', conceito central dos investimentos de Buffett e que o segue em toda a carreira.
 
Berkshire Hathaway: de US$ 10 a US$ 168.050
 
A partir das próprias experiências e do conhecimento adquirido com Graham, Buffett passou a voar sozinho. Entre 1956 e 1969, Buffett teve várias sociedades: a primeira delas sendo a Buffett Associates - um fundo de investimento de US$ 105 mil -; e a última, a Buffett Partnership, que tinha mais de 90 sócios e no ano anterior em que foi encerrada, valia US$ 104 milhões.
 
Com a dissolução, Buffett optou por ficar com a Berkshire Hathaway (e a Diversified Retailing por um tempo), assumindo o controle da empresa. Na ocasião, as ações da Berkshire Hathaway valiam menos de US$ 10 cada; atualmente, os papéis são cotados a US$ 168.050.
 
A empresa, que na sua primeira encarnação era têxtil, transformou-se em uma holding. Após fazer tudo o que pudia para que a companhia lucrasse a fim de justificar a quantidade de capital que usava, Buffett decidiu que o capital seria muito melhor usado investindo em empresas que tinham melhores perspectivas, e partiu para a indústria de seguros - que tinha como seu grande atrativo uma boa reserva de caixa. Atualmente, a holding possui participação relevante em empresas de diversos segmentos: American Express (13,4%), Moody's (12,7%), Munich Re (11,3%) e Coca-Cola (8,9%).
Investimentos com ações ordinárias que a Berkshire Hathaway possuía em 31 de dezembro de 2012:
 
As bases para construção do portfólio:
 
Buffett disse que as dez palavras mais importantes já escritas sobre investimento estão no livro 'O investidor inteligente', de Benjamin Graham: 'Investir é mais inteligente quando é mais semelhante a empreender'. Ou seja, para um investidor ser bem-sucedido é preciso ser capaz de avaliar bem uma empresa, ao invés de focar no que os outros gerentes de fundos irão fazer nos próximos dias. Para essas pessoas, ele utiliza o termo 'investidor profissional', aquele que trata a ação como meras peças em um jogo, como as peças no jogo Monopólio.
 
Isso resume bem sua tese de que investir envolve uma quantidade justa de trabalho duro; não tem nada a ver com sorte. Quando estava interessado em comprar a American Express, sentava em sua churrascaria favorita e anotava o número de clientes que usavam os cartões Amex, e com a Disney ia ao cinema para ver as reações a Mary Poppins. Se você se esforça assim, pode comprar boas ações com o preço certo. Depois só precisa mantê-las enquanto forem boas.
 
O que constitui então uma boa empresa? Perspectivas favoráveis no longo prazo, operada por pessoas honestas e competentes, uma empresa que você entende e disponível a um preço muito atrativo.
 
O tipo favorito de empresa de Buffett é o que ele chama de 'inevitável': empresas fortes e eficientes que são dominantes em seu setor e vão continuar assim até um futuro previsível. Uma empresa assim é a Coca-Cola, que atualmente tem 8,9% do seu capital detido pela Bershire Hathaway. Isso porque analistas podem prever futura demanda por seus produtos de forma diferente, mas não há nenhuma sugestão de que seu domínio não continuará. A Coca-Cola foi fundada em 1886 e patenteada em 1893. A empresa abriu capital em 1919, com uma ação sendo vendida a US$ 40. Qualquer um que comprou uma ação em 1919 e manteve seria muitas vezes milionário agora.
 
Uma das frases que Buffett gosta de usar é que: o investidor privado pode ficar no campo esperando o arremesso perfeito e não será dispensado depois de três arremessos. Então, você pode deixar dezenas, até centenas, de empresas passarem e não precisa fazer a opção de comprar. Espere a bola perfeita, não gire seu taco indiscriminadamente.
 
Buffet também começou a se interessar por empresas não listadas na bolsa: ele destinou uma boa parte do capital da Bershire Hathaway a grandes empresas que estavam vendendo abaixo do valor intrínseco. Em geral, empresas com fortes franquias e excelente gerenciamento, como Buffalo News (jornais), See's Candy Shops (chocolate e confeitaria), Nebraska Furniture Mart (varejo de móveis para o lar), entre outras.
 
No início desse ano, uma de suas grandes 'tacadas' que chamou atenção do mercado brasileiro foi a aquisição da Heinz, junto com o fundo brasileiro 3G Capital, dos empresários Jorge Paulo Lemman, Marcel Telles e Carlos Sicupira, num negociado avaliado em US$ 28 bilhões .
 
Assim como sempre afirma, quando fechou o acordo estava interessado na tarefa de decisões de capital e investimento, o principal responsável pela gestão da companhia é o 3G. Por isso, antes de concluir um negócio preocupa-se em sempre verificar se tem uma boa equipe de gerentes -, o que não foi diferente com a aquisição da Heinz.
 
 
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Bolsa quer excluir ações cotadas abaixo de R$ 1,00 do Ibovespa; OGX é a única

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Estudo divulgado pela bolsa sobre possível mudança na metodologia coloca como critério que a ação valha mais de R$ 1,00 na vigência das três carteiras anteriores.
Bolsa quer excluir ações cotadas abaixo de R$ 1,00 do Ibovespa; OGX é a única
 
SÃO PAULO - A BM&FBovespa tornou público o que deve ser a nova metodologia do Ibovespa na última quarta-feira (21). A operadora da bolsa tem a intenção de mudar a forma como o seu principal índice de ações é composto, com o intuito de reduzir a volatilidade excluindo papéis tidos como mais "problemáticos".
 
Existente desde 1968, o Ibovespa nunca passou por uma mudança de metodologia e sempre teve como critério principal a liquidez dos ativos. Nesta nova metodologia, deverão ser eliminadas as "penny stocks", ações que, mesmo líquidas, valem apenas centavos e possuem uma volatilidade acima do normal. Desta vez, os ativos precisam valer mais de R$ 1,00 no período de vigência das três carteiras anteriores do Ibovespa para serem elegíveis para as próximas. Das 71 ações que fazem parte do Ibovespa atualmente, apenas uma está cotada abaixo de R$ 1,00: a OGX Petróleo (OGXP3).
 
Nos centavos há algum tempo, quando a nova metodologia começar a ser implementada, a OGX deve ser excluída. A saída da petrolífera de Eike Batista do principal índice da bolsa brasileira já tem sido sinalizada pela BM&FBovespa desde o começo do mês, quando o próprio presidente da companhia, Edemir Pinto, falou durante teleconferência de resultados do 2º trimestre sobre esta possibilidade.
 
Grupamento é a solução?
O que pode "salvar" a empresa é um possível grupamento de ações, o que reflete em um menor número de ativos negociados na Bovespa mas eleva o valor de face de cada papel - já que, de acordo com a Proposta de Manual de Conceitos e Procedimentos dos Índices, o valor da ação será, então, calculado considerando a proporção do grupamento em todo período de análise.
 
Outra ação do Ibovespa que era cotada na casa dos centavos, a Vanguarda Agro (VAGR3) realizou em maio deste ano um grupamento na razão de 9 para 1. Assim, os papéis da companhia de biodiesel passaram na época de R$ 0,39 para R$ 3,51 e atualmente é cotada em torno de R$ 3,60.
 
Ao contrário do que alguns membros do mercado pediam, empresas pré-operacionais não serão excluídas da possibilidade de entrarem no índice - embora a Bovespa mantenha um grupo capaz de determinar qualquer "exceção" no Ibovespa. Isso ocorreu no ano retrasado, quando o volume negociado de Mundial (MNDL3) "estourou" a bolha do alicate, chegando a superar gigantes como Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3; VALE5) - mas a bolsa optou por deixá-la de fora do índice. 
 
"A principal preocupação da BM&FBovespa é determinar quais são as mudanças mais adequadas para manter o Ibovespa como índice que representa com mais exatidão o desempenho do mercado brasileiro", afirmou Edemir Pinto, presidente da bolsa, em comunicado. Por conta disso, o que se analisa com maior prioridade são os critérios de ponderação, a fórmula de cálculo do índice de negociabilidade e os critérios de inclusão e exclusão. 
 
O comunicado da BM&FBovespa indica que há uma data para iniciar a s mudanças: janeiro de 2014. Contudo, está em discussão se os rebalanceamentos serão feitos todos de uma vez ou em um sistema de escalonamento. A companhia deve divulgar a metologia definitiva no dia 13 de setembro. 
 

DEVO CONFIAR NAS AÇÕES DO Eike Batista? : OGX despenca mais de 20% e volta a operar abaixo dos R$ 0,50



A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR, PORQUE DEVO CONFIAR NAS AÇÕES DO EMPRESÁRIO EIKE BATISTA? QUAL SERÁ O FUTURO DESTA EMPRESA?

QUER RESPOSTAS  PARA ESTAS E OUTRAS PERGUNTAS, LEIA AS NOTÍCIAS NOS ENDEREÇOS ABAIXO:

Derrocada continua: OGX despenca mais de 20% e volta a operar abaixo dos R$ 0,50 - InfoMoney
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http://www.infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/2937067/derrocada-continua-ogx-despenca-mais-volta-operar-abaixo-dos

OGX: ação segue derrocada e cai forte nesta sessão (Divulgação OGX)

FONTE:  http://www.infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/2937067/derrocada-continua-ogx-despenca-mais-volta-operar-abaixo-dos. ACESSO EM 30-08-2013


Eike vende 50 milhões de ações da OGX; ação despenca e não pode cair no after - InfoMoney
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  Eike Batista e André Esteves discutem fim da parceria entre EBX e BTG, diz Veja - InfoMoney
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  "Calote", vendas e divórcio; o noticiário do mundo "X" que fez as ações despencarem - InfoMoney
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 Acordo entre Eike e BTG está mantido, por enquanto; ordem é manter "aparências" - InfoMoney
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 3ª prévia do Ibovespa mantém Kroton e Anhanguera; peso da OGX mais que dobra - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2938855/previa-ibovespa-mantem-kroton-anhanguera-peso-ogx-mais-que-dobra
 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

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